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Profil für Peter M. Bauer

Peter M. Bauer



Allgemeine Informationen
Name: Peter M. Bauer
Wohnort: Olinda, Pernambuco, Brasilien und Stuttgart, Baden-Württemberg, Deutschland
Beschäftigung: Bildender Künstler
Registriert am: 24.11.2014
Geburtsdatum: 5. Mai 1946
Zuletzt Online: 28.02.2016
Geschlecht: männlich


Kontakt
E-Mail: pousadapeter@uol.com.br

Beschreibung
Mein künstlerischer Werdegang:

Gerhard Schmid war mein Kunstlehrer von 1961 bis1965. In diesen 4 Jahren lernte und arbeitete ich als sein Schüler 4 Jahre wöchentlich 30 Stunden und mehr Stunden in der Keramikwerkstatt des Jugendhauses Stuttgart-Zuffenhausen.

Dodo Kroner war meine Kunstlehrerin von von 1965 bis1967. In diesen 3 Jahren lernte und arbeitete ich als ihr Schüler 3 Jahre wöchentlich 30 Stunden und mehr Stunden in der Keramikwerkstatt mit Dodo Kroner in Stuttgart-Zuffenhausen. Während dieser Zeit entwickelte sich ein freundschaftliches Verhälnis und sie erzählte und lehrte mich Vieles, nicht nur Kunst, sondern von Ihren Ereignissen und Erfahrungen. Sie sprach 6 Sprachen. Durch Dodo Kroner interessiere ich mich bis heute sehr um die ganze Nazi-Entwicklung in Deutschland und die für mich entsetzliche und bis heute mir unfassbare Ermordung der Juden. Auch die Mutter von Dodo Kroner, die Malerin Ella Kroner geb. Behrendt (1885–1942), wurde in Auschwitz ermordet. Dodo Kroner emigrierte nach Norwegen, wo sie den Krieg überlebte. Sie lernte dort die Schriftsteller Peter Weiss und Rolf Hochhut kennen. Auch der Kabarettist Werner Finckh war ihr Freund. Ihr Vater, der bedeutende und berühmte Bildhauer Kurt Kroner, verstarb 1932. Er war ein wichtiger impressionistischer Bildhauer und ein Freund von Auguste Rodin in Paris. Ebenso schuf er zahlreiche Porträtbüsten in Berlin. Ihm standen u. a. Modell: Paul von Hindenburg, Gerhard Hauptmann, Max Reinhardt, Richard Dehmel, Albert Einstein, Lovis Corinth, Marie Götze, Willi Jaeckel, Max Liebermann, Werner Sombart, Ferdinand Tönnies, Andreas Weißgerber, Ludwig Wüllner und viele andere der Berliner Elite. Rosa Luxemburg, Karl Liebknecht und der Maler Max Liebermann, (Nachbar der Familie Kroner in Berlin) und viele mehr, frequentierten ihr Elternhaus in Berlin-Dahlem. Alle Werke von Kurt Kroner, die den Nazis in die Hände fielen, schmolzen sie ein. Ihre Eltern lernten sich in Paris kennen. Der Dichter Reiner Maria Rilke und die Malerin Paula Modersohn-Becker waren gute Freunde Ihrer Eltern zu dieser Pariser Zeit. Ihre Mutter, die Malerin Ella Kroner geb. Behrendt (1885–1942), verblieb nach dem Tode ihres Mannes, Kurt Kroner, in Berlin und wurde 1942 nach Auschwitz deportiert. Mir wurde von Dodo Kroner erzählt, dass ihre Mutter nicht an die Ideologie (deren Realisierung) der Nazis glaubte und vor allem nichts davon Ernst nahm. Auch an die Bedrohung durch die Nazis glaubte sie nicht. Den Holocoust konnte sie sich nicht vorstellen. So blieb sie in Berlin. Geld hätte die Mutter genug gehabt, ins Ausland zu gehen. So kam ein Brief von Dodo Kroner an die Mutter, eines Tages wieder zurück nach Norwegen aus Theresienstadt, mit dem Hinweis "Unbekannt verzogen !". Das ist für mich ein Schock bis heute. Auch lernte ich den bedeutenden Journalisten Joel Brand 1964 in Stuttgart kennen, kurz vor seiner Aussage als Zeuge im Auschwitzprozess in Frankfurt. Auch lernte ich in Stuttgart 1964 den jüdischen Schriftsteller Joe Carmichael aus New York und den Landesrabbiner Dr. Fritz Bloch kennen.

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Wie und warum ich meine künstlerische Tätigkeit mit 17 Jahren erst richtig fortsetzte:

Mit 17 Jahren hatte ich eine Bauchinfektion mit schmerzhaften und krampfhaften Anfällen bis zu Erstickungsattacken. Eine Computertomographie kannte man damals noch nicht. Man nahm mir also den Blinddarm heraus, aber nur, um darum zu sehen, was in dem Bauch los war. Ein Stück vom Darm war hochentzündet. Dann wurde ich mit Penicillin vollgepumpt. Mir war unklar, ob ich aus dem Stuttgarter Karl-Olga-Krankenhaus je wieder rauskam. Ein ägyptischer Arzt, denke, er hiess Dr. Hadayali, operierte mich. Er war menschlich eine Grösse. Seit dem schätze ich Orientalen und Muselmanen. Als es mir nach 4 ein halb Monaten besser ging, begann ich, bewusst zu leben und weiterhin gerade erst recht, kreativ zu sein. Auch lernte ich dadurch, Mut zu haben, mein eigenes Leben zu führen und zu realisieren. Wenn ich nicht alles tue, um selber persönlich glücklich zu sein, die Anderen tun das für mich nicht. Das hat mit Egoismus nichts zu tun. Wer sich nicht liebt und aktzeptiert, kann auch andere nicht lieben und aktzeptieren. Aber ich lernte auch, los zu lassen. Besonders, was meine Arbeiten angingen, liess ich los. Alles, was jemand wollte, verkaufte ich. Es war nicht ein hoher Preis, sondern die Freude, dass es jemandem anderen etwas wert war zu wollen und zu besitzen. Das machte mich hoch erfreut und glücklich. Ich bin Autodidakt, kam aus einer armen Familie und finanzierte durch einen früheinsetzenden Verkauf der eigenen Arbeiten, mein Weitermachen. Und das war gut so. Schon mit 20 Jahren verkaufte ich an einen Kunstsammler, (den Sohn des Präsidenten vom Bundesfinanzhof in München), der sein Haus voller Bilder von Willi Baumeister hatte. Später rieten mir die Künstler Romane Holderried-Kaesdorf und Ihr Ehemann, Julius Kaesdorf, das weiter so zu Hand haben, da ich nie im offiziellen Kunsthandel war. Es gab Jahre, wo ich bis zu 150 meiner Originale verkaufte, zum Neid vieler anderer. Und ich tat das. Ich erfuhr in Süddeutschland mit meinen Arbeiten eine sehr breite Streuung.Die Käufer kamen auf Empfehlung durch Mund-zu-Mund-Propaganda. Mit Romane Holderried-Kaesdorf und Ihrem Ehemann, Julius Kaesdorf, war ich bis zu deren Tod ein Leben lang befreundet.

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Peter M. Bauer - Artista Plástico
Eu me apaixonei por Olinda, por sua luminosidade, por suas festas e seu povo com seu calor humano. A cidade me acolheu de braços abertos e sua magia me conquistou para sempre. Sua fascinante história que a gente vive na sua arquitetura, especialmente as igrejas, sua topografia, vegetação e a (oh!)linda vista do Alto da Sé, trazem para mim uma sensação maravilhosa de bem-estar e de fazer parte de algo transcendente, que vai além de suas fronteiras. Além disso, também me apaixonei pela cozinha pernambucana, com sua riqueza de pratos, especialmente as comidas típicas de milho e o delicioso bolo de rolo. A alegria, criatividade e o jeito amável do povo olindense é um patrimônio cultural que tenho orgulho de divulgar pelo mundo. Olinda me acolheu tão bem que sou muito feliz nesta cidade que não sinto saudades da Alemanha, terra onde nasci e me criei, nem sua cozinha, nem a cerveja, pois Olinda se tornou um verdadeiro lar, um lar que o coração escolheu. Viva Olinda!

Essay
O Caminho da Síntese
Próximo da Inocência
Marco Polo (*)

De Stuttgart a Olinda, da adolescência à maturidade, há um fio condutor na vida de Peter M. Bauer: a arte. Como o amante da época romântica, que à amada tudo dá sem nada esperar de volta, Peter tem orientado sua vida no sentido de expressar sua visão artística, sem ter que se preocupar de viver disso. Começando pela pintura, passando para a cerâmica, depois a colagem, investindo na tapeçaria e, em definitivo, retornando à sua primeira linguagem, em todo o tempo o artista esteve preocupado apenas em fazer a sua arte. E de tal forma foi apegado a isso, que sempre manteve uma atividade paralela que suprisse suas necessidades materiais, para que sua arte estivesse comprometida só com ela mesma, e nada mais.

Assim, em Stuttgart, onde era auditor do estado; assim, em Olinda, onde tem uma pousada. Que serve também como galeria para seus quadros, é certo. Mas aqui ele vai logo avisando, para evitar equívocos, que não faz souvenir para turistas. É a reafirmação do seu zelo pela independência de seu trabalho artístico. O visitante vai levar uma obra de arte, não uma peça de artesanato folclórico.

Peter veio da Alemanha, apaixonou-se por Olinda, e agora se considera, com propriedade, um artista da terra. Deixou notoriedade e boas vendas na Europa. Ao contrário de tanta gente que daria um braço para ser famoso lá fora, ele quer ser reconhecido aqui. Quer retribuir, com suas arte, a terra que iluminou sua paleta. E nisso dá uma lição de sabedoria: o importante, para o artista, deve ser a sua expressão e a visibilidade disso no lugar onde ele mora. O resto vem depois.

Essa fidelidade teutônica a seus princípios – apesar de “olindizado”, Peter continua sendo um europeu – também se reflete no seu percurso artístico. Acompanhando-lhe a trajetória, percebe-se que desde o início ela aponta para algumas constantes: a simplificação das formas, as cores chapadas, uma certa fantasia caricatural. Um aparente fazer simples. Aparente, sim, porque é um simples com muitos “esses”. Os muitos “esses” do que ultrapassa a superfície da sofisticação para alcançar os nervos da essência. A verdadeira arte é tão simples quanto difícil.

Essa retrospectiva mostra como o artista vem minimalizando seus recursos. Em seus polvos, flores, bichos inventados, o supérfluo é de tal forma desbastado que algumas figuras beiram a abstração. Em perspectiva, ver esse trabalho desde seu início até agora dá a sensação, sempre saudável, de que é uma obra e m progresso, a caminho de uma síntese cada vez mais próxima do gesto inocente. O maduro europeu Peter M. Bauer, sem trair a si próprio, vai despindo cada vez mais o peso de velhas tradições e erudições, para alcançar, como um Adão olindense, puro e nu, a arte essencial que vem perseguindo desde a adolescência.

(*) Marco Polo

Jornalista, ex-diretor do Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães, Recife, Pernambuco, Brasil, no período 1999 - 2001

Candeias – Pernambuco - Brasil, Julho de 2001




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23.01.2015
Peter M. Bauer hat eine Antwort auf einen Beitrag geschrieben
23.01.2015 00:14 | zum Beitrag springen

Diese Kommunionsausgabe-Empfang ist würdelos. Ich schlage vor, viel zum Heiligen Geist zu beten. Auch der freudsche Versprecher von Papst Franziskus, uns Katholische Gläubige mit Kaninchen zu vergleichen, war psychlogisch vielsagenst, eine Beleidigung von uns Katholiken und sogar menschenverachtend. Hier in Olinda, Pernambuco, Brasil, spricht man bereits von Papst Hasenfranz und bezieht sich auf dessen Äusserung zur Vermehrung der Gläubigen wie Kaninchen. Papst Franziskus soll auch Freimaurer se...



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